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Centro de Astrofísica da Universidade do Porto

Cosmic Superstrings in the Planck Era

Programa de Estímulo à Investigação 2013 (Processo nº 132590)

Investigador responsável
Carlos J. A. P. Martins

Topological defects necessarily form at phase transitions in the early universe. Being non-linear objects, their study requires a combination of phenomenological analytic modeling and complex numerical simulations. Among the possible defects, superstring networks are particularly interesting, and recent work suggests their unavoidable formation at the phase transition that ends inflation.

The recent release of ESA's Planck Surveyor first year CMB temperature data places interesting constrains on the simplest phenomenological classes of these models, but we are still lacking the observational data and the underlying theoretical knowledge to allow us to test the more realistic models.

Although cosmic superstrings share many of the properties of standard strings that have been studied in the past, there are important differences: most notably they do not always intercommute when they intersect and the formation of junctions occurs naturally as a result the interaction between the string. Hybrid networks containing various types of defects can also form.

Understanding the cosmological evolution of such realistic networks is an open problem that this project will address. this has a direct impact on the observational signatures of (and searchers for) these objects. The upcoming availability of further high-precision data, both from Planck (with additional temperature an polarization data released in June 2014) and from other experiments, makes this study particularly timely.

bolseiro: José Pedro Pinto Vieira
orientador: Carlos Martins

Instituição financiadora
Fundação Calouste Gulbenkian

Início: 1 janeiro 2014
Fim: 31 março 2015


Fundação Gulbenkian

Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

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