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Spectroscopic parameters for 451 stars in the HARPS GTO planet search program
Stellar [Fe/H] and the frequency of exo-Neptunes

S. G. Sousa, N. C. Santos, M. Mayor, S. Udry, L. Casagrande, G. Israelian, F. Pepe, D. Queloz, M. J. P. F. G. Monteiro

Resumo
To understand the formation and evolution of solar-type stars in the solar neighborhood, we need to measure their stellar parameters to high accuracy. We present a catalogue of accurate stellar parameters for 451 stars that represent the HARPS Guaranteed Time Observations (GTO) “high precision” sample. Spectroscopic stellar parameters were measured using high signal-to-noise (S/N) spectra acquired with the HARPS spectrograph. The spectroscopic analysis was completed assuming LTE with a grid of Kurucz atmosphere models and the recent ARES code for measuring line equivalent widths. We show that our results agree well with those ones presented in the literature (for stars in common). We present a useful calibration for the effective temperature as a function of the index color B-V and [Fe/H]. We use our results to study the metallicity-planet correlation, namely for very low mass planets. The results presented here suggest that in contrast to their jovian couterparts, neptune-like planets do not form preferentially around metal-rich stars. The ratio of jupiter-to-neptunes is also an increasing function of stellar metallicity. These results are discussed in the context of the core-accretion model for planet formation.

Astronomy and Astrophysics
Volume 487, Página 373
agosto 2008

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Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

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