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Centro de Astrofísica da Universidade do Porto

E-ELT constraints on runaway dilaton scenarios

M. Martinelli, E. Calabrese, C. J. A. P. Martins

Resumo
We use a combination of simulated cosmological probes and astrophysical tests of the stability of the fine-structure constant α, as expected from the forthcoming European Extremely Large Telescope (E-ELT), to constrain the class of string-inspired runaway dilaton models of Damour, Piazza and Veneziano. We consider three different scenarios for the dark sector couplings in the model and discuss the observational differences between them. We improve previously existing analyses investigating in detail the degeneracies between the parameters ruling the coupling of the dilaton field to the other components of the universe, and studying how the constraints on these parameters change for different fiducial cosmologies. We find that if the couplings are small (e.g., αb = αV ~ 0) these degeneracies strongly affect the constraining power of future data, while if they are sufficiently large (e.g., αb  ≳ 10−5−αV  ≳ 0.05, as in agreement with current constraints) the degeneracies can be partially broken. We show that E-ELT will be able to probe some of this additional parameter space.

Journal of Cosmology and Astroparticle Physics
Volume 11, Página 030
novembro 2015

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Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

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