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Updated constraints on spatial variations of the fine-structure constant

A. M. M. Pinho, C. J. A. P. Martins

Resumo
Recent work by Webb {it et al.} has provided indications of spatial variations of the fine-structure constant, α, at a level of a few parts per million. Using a dataset of 293 archival measurements, they further show that a dipole provides a statistically good fit to the data, a result subsequently confirmed by other authors. Here we show that a more recent dataset of dedicated measurements further constrains these variations: although there are only 10 such measurements, their uncertainties are considerably smaller. We find that a dipolar variation is still a good fit to the combined dataset, but the amplitude of such a dipole must be somewhat smaller: 8.1±1.7 ppm for the full dataset, versus 9.4±2.2 ppm for the Webb {it et al.} data alone, both at the 68.3% confidence level. Constraints on the direction on the sky of such a dipole are also significantly improved. On the other hand the data can't yet discriminate between a pure spatial dipole and one with an additional redshift dependence.

Physical Review B
Volume 756, Página 121
maio 2016

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Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

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