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Centro de Astrofísica da Universidade do Porto

Near infrared hydrogen lines as diagnostic of accretion and winds in T Tauri stars

D. F. M. Folha, J. P. Emerson

Resumo
From a sample of 50 T Tauri stars, mostly from the Taurus-Auriga complex, Pa beta line profiles were obtained for 49 of the stars and Br gamma profiles for 37 of the stars. Emission at Pa beta was observed for 42 stars and emission at Br gamma was found for 30 stars. The most conspicuous features in the line profiles is the almost complete absence of blueshifted absorption components and the relatively high frequency of inverse P Cygni profiles (IPC). At Pa beta, 34% of the profiles are IPC while at Br gamma 20% are IPC. The redshifted absorption features indicate infall at velocities of about 200 km s-1, compatible with free fall from a few radii out. In general, line profiles are broad centrally peaked with slightly blueshifted line peaks. Existing wind and accretion models fail, in quantitative terms, to explain the shape of the observed profiles. Magnetospheric accretion models, being the currently preferred ones, produce lines too narrow (by ~ 100 km s-1 FWHM), wings extending to velocities too low (by at least ~ 100 km s-1) and with maximum normalized intensities too high by factors of a few. A qualitative agreement between some of the accretion model predicted profiles and some observations hint that emission in these lines might, at least partially, arise from infalling material. Definite claims regarding the origin of the emission in these lines cannot be made until models match observations much better than they currently do. Tables 4 and 5 are only available in electronic form at the CDS via anonymous ftp to cdsarc.u-strastg.fr (130.79.128.5) or via http://cdsweb.u-strastg.fr/cgi-bin/qcat?J/A+A/365/90 Tables 6 and 7 are also available in electronic form at the CDS

Astronomy and Astrophysics
Volume 365, Página 90
janeiro 2001

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Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

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