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Centro de Astrofísica da Universidade do Porto

Misaligned spin-orbit in the XO-3 planetary system?

G. Hébrard, F. Bouchy, F. Pont, B. Loeillet, M. Rabus, X. Bonfils, C. Moutou, I. Boisse, X. Delfosse, M. Desort, P. Eggenberger, D. Ehrenreich, T. Forveille, A.-M. Lagrange, C. Lovis, M. Mayor, F. Pepe, C. Perrier, D. Queloz, N. C. Santos, D. Ségransan, S. Udry, A. Vidal-Madjar

Resumo
The transiting extrasolar planet XO-3b is remarkable, with a high mass and eccentric orbit. These unusual characteristics make it interesting to test whether its orbital plane is parallel to the equator of its host star, as it is observed for other transiting planets. We performed radial velocity measurements of XO-3 with the SOPHIE spectrograph at the 1.93-m telescope of Haute-Provence Observatory during a planetary transit, and at other orbital phases. This allowed us to observe the Rossiter-McLaughlin effect and, together with a new analysis of the transit light curve, to refine the parameters of the planet. The unusual shape of the radial velocity anomaly during the transit provides a hint for a nearly transverse Rossiter-McLaughlin effect. The sky-projected angle between the planetary orbital axis and the stellar rotation axis should be λ = 70º± 15º to be compatible with our observations. This suggests that some close-in planets might result from gravitational interaction between planets and/or stars rather than migration due to interaction with the accretion disk. This surprising result requires confirmation by additional observations, especially at lower airmass, to fully exclude the possibility that the signal is due to systematic effects.

Astronomy and Astrophysics
Volume 488, Página 763
setembro 2008

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Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

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