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Centro de Astrofísica da Universidade do Porto

The fundamental parameters of the roAp star γ Equulei

K. Perraut, I. M. Brandão, D. Mourard, M. S. Cunha, P. Bério, D. Bonneau, O. Chesneau, J.-M. Clausse, O. Delaa, A. Marcotto, A. Roussel, A. Spang, P. Stee, I. Tallon-Bosc, H. McAlister, T. A. ten Brummelaar, J. Sturmann, L. Sturmann, N. Turner, C. Farrington, P.J. Goldfinger

Resumo
Context. A precise comparison of the predicted and observed locations of stars in the H-R diagram is needed when testing stellar interior theoretical models. For doing this, one must rely on accurate, observed stellar fundamental parameters (mass, radius, luminosity, and abundances).
Aims. We determine the angular diameter of the rapidly oscillating Ap star, γ Equ, and derive its fundamental parameters from this value.
Methods. We observed γ Equ with the visible spectro-interferometer VEGA installed on the optical CHARA interferometric array, and derived both the uniform-disk angular diameter and the limb-darkened diameter from the calibrated squared visibility. We then determined the luminosity and the effective temperature of the star from the whole energy flux distribution, the parallax, and the angular diameter.
Results. We obtained a limb-darkened angular diameter of 0.564 ± 0.017 mas and deduced a radius of R = 2.20 ± 0.12 R. Without considering the multiple nature of the system, we derived a bolometric flux of (3.12 ± 0.21) × 10-7 erg cm-2 s-1 and an effective temperature of 7364 ± 235 K, which is below the effective temperature that has been previously determined. Under the same conditions we found a luminosity of L = 12.8 ± 1.4 L. When the contribution of the closest companion to the bolometric flux is considered, we found that the effective temperature and luminosity of the primary star can be, respectively, up to ∼ 100 K and up to ∼ 0.8 L smaller than the values mentioned above.
Conclusions. For the first time, thanks to the unique capabilities of VEGA, we managed to constrain the angular diameter of a star as small as 0.564 mas with an accuracy of about 3%, and to derive its fundamental parameters. In particular the new values of the radius and effective temperature should bring further constraints on the asteroseismic modelling of the star.

Palavras chave
methods: observational - techniques: high angular resolution - techniques: interferometric - stars: individual: γEqu - stars: fundamental parameters

Astronomy and Astrophysics
Volume 526, Página A89_1
fevereiro 2011

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Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

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