Mapa do Site
Contactos
Siga-nos no Facebook Siga-nos no Twitter Canal YouTube
Centro de Astrofísica da Universidade do Porto

Planetary detection limits taking into account stellar noise
II. Effect of stellar spot groups on radial-velocities

X. Dumusque, N. C. Santos, S. Udry, C. Lovis, X. Bonfils

Resumo
Context. The detection of small mass planets with the radial-velocity technique is now confronted with the interference of stellar noise. HARPS can now reach a precision below the meter-per-second, which corresponds to the amplitudes of different stellar perturbations, such as oscillation, granulation, and activity.
Aims. Solar spot groups induced by activity produce a radial-velocity noise of a few meter-per-second. The aim of this paper is to simulate this activity and calculate detection limits according to different observational strategies.
Methods. Based on Sun observations, we reproduce the evolution of spot groups on the surface of a rotating star. We then calculate the radial-velocity effect induced by these spot groups as a function of time. Taking into account oscillation, granulation, activity, and a HARPS instrumental error of 80 cm s-1, we simulate the effect of different observational strategies in order to efficiently reduce all sources of noise.
Results. Applying three measurements per night of 10 minutes every three days, 10 nights a month seems the best tested strategy. Depending on the level of activity considered, from log R'HK = -5 to -4.75, this strategy would allow us to find planets of 2.5 to 3.5M in the habitable zone of a K1V dwarf. Using Bern’s model of planetary formation, we estimate that for the same range of activity level, 15 to 35% of the planets between 1 and 5M and with a period between 100 and 200 days should be found with HARPS. A comparison between the performance of HARPS and ESPRESSO is also emphasized by our simulations. Using the same optimized strategy, ESPRESSO could find 1.3M planets in the habitable zone of K dwarfs. In addition, 80% of planets with mass between 1 and 5M and with a period between 100 and 200 days could be detected.

Palavras chave
stars: individual: α Cen B - planetary systems - stars: activity - Sun: activity - sunspots - techniques: radial velocities

Notas
See The Extrasolar Planets Encyclopaedia, http://exoplanet.eu.

Astronomy and Astrophysics
Volume 527, Página A82_1
março 2011

>> PDF>> ADS>> DOI

Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

Continuar no sítio do CAUP|Seguir para o sítio do IA