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Centro de Astrofísica da Universidade do Porto

Extreme C II emission in type 2 quasars at z ∼ 2.5: a signature of kappa-distributed electron energies?

A. Humphrey, L. Binette

Resumo
We investigate the flux ratio between the 1335 Å and 2326 Å lines of singly ionized carbon in the extended narrow-line regions of type 2 quasars at z ∼ 2.5. We find the observed C ii λ1335/C ii] λ2326 flux ratio, which is not sensitive to the C/H abundance ratio, to be often several times higher than predicted by the canonical active galactic nucleus (AGN) photoionization models that use solar metallicity and a Maxwell–Boltzmann electron energy distribution. We study several potential solutions for this discrepancy: low gas metallicity, shock ionization, continuum fluorescence, and κ-distributed electron energies. Although we cannot definitively distinguish between several of the proposed solutions, we argue that a κ distribution gives the more natural explanation. We also provide a grid of AGN photoionization models using κ-distributed electron energies.

Palavras chave
galaxies: active, galaxies: high-redshift, galaxies: ISM, galaxies: nuclei, quasars: emission lines

Monthly Notices of the Royal Astronomical Society
Volume 442, Página 753
julho 2014

>> PDF>> ADS>> DOI

Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

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