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Grids of stellar evolution models for asteroseismology (CESAM + POSC)

J. P. Marques, M. J. P. F. G. Monteiro, J. M. Fernandes

Resumo
In this paper we present a grid of stellar evolution models, computed with an up-to-date physical description of the internal structure, using the Code d’E´volution Stellaire Adaptatif et Modulaire (CESAM). The evolutionary sequences span from the pre-main sequence to the beginning of the Red Giant Branch and cover an interval of mass typical for low and intermediate mass stars. The chemical composition (both helium and metal abundance) is the solar one. The frequencies of oscillation, computed for specific stellar models of the grid using the Porto Oscillations Code (POSC), are also provided. This work was accomplished in order to support the preparation of the CoRoT mission within the Evolution and Seismic Tools Activity (CoRoT/ESTA). On the other hand, the grid can also be used, more generally, to interpret the observational properties of either individual stars or stellar populations. The grids (data and documentation) can be found at http://www.astro.up.pt/corot/models/cesam.

Astrophysics and Space Science
Volume 316, Página 173
abril 2008

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Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

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