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Centro de Astrofísica da Universidade do Porto

Gaia Data Release 1 - Pre-processing and source list creation

C. Fabricius, U. Bastian, J. Portell, M. Davidson, N. Hambly, M. Clotet, M. Biermann, A. Mora, D. Busonero, A. Riva, A. G. A. Brown, R. Smart, U. Lammers, J. Torra, Drimmel R., G. Gracia, Spagna, L. Lindegren, S. Klioner, a. Andrei, N. Bach, L. Bramant, G. Busso, J. M. Carrasco, M. Gai, N. Garralda, J. J. Gonzalez-Vidal, R. Guerra, M. Hauser, S. Jordaa, C. Jordi, H Lenhardt, F. Mignard, R. Messineo, A. F. Mulone, I. Serraller, U. Stampa, P. Tanga, A. Van Elteren, W. van Reeven, H. Voss, U. Abbas, W. Allasia, M. Altmann, C. Barache, U. Becciani, J. Berthier, L. Bianchi, A. Bombrun, S. Bouquillon, G. Bourda, B. Bucciarelli, A. Butkevich, R. Buzzi, R. Cancelliere, T. Carlucci, P. Charlot, R. S. Collins, G. Comoretto, N. J. G. Cross, M. Crosta, F. de Felice, A. Fienga, F. Figueras, A. Fraile, R. Geyer, D. Hobbs, W. Hofmann, S. Liao, E. Licata, M. Martino, P. J. McMillan, D. Michalik, R. Morbidelli, P. Parsons, M. Pecoraro, M. Ramos-Lerate, M. Sarasso, H. Siddiqui, I. Steele, , F. Taris, A. Vecchiato, A. Abreu, E. Anglada, S. Boudreault, M. Cropper, B. Holl, N. Cheek, C. Crowley, J. M. Fleitas, A. Hutton, J. Osinde, N. Rowell, E. Salguero, E. Utrilla, N. Blagorodnova, M. Soffel, J. Osorio, D. Vicente, J. Cambras, H.-H. Bernstein

Resumo

Context. The first data release from the Gaia mission contains accurate positions and magnitudes for more than a billion sources, and proper motions and parallaxes for the majority of the 2.5 million Hipparcos and Tycho-2 stars. 
Aims: We describe three essential elements of the initial data treatment leading to this catalogue: the image analysis, the construction of a source list, and the near real-time monitoring of the payload health. We also discuss some weak points that set limitations for the attainable precision at the present stage of the mission. 
Methods: Image parameters for point sources are derived from one-dimensional scans, using a maximum likelihood method, under the assumption of a line spread function constant in time, and a complete modelling of bias and background. These conditions are, however, not completely fulfilled. The Gaia source list is built starting from a large ground-based catalogue, but even so a significant number of new entries have been added, and a large number have been removed. The autonomous onboard star image detection will pick up many spurious images, especially around bright sources, and such unwanted detections must be identified. Another key step of the source list creation consists in arranging the more than 1010 individual detections in spatially isolated groups that can be analysed individually. 
Results: Complete software systems have been built for the Gaia initial data treatment, that manage approximately 50 million focal plane transits daily, giving transit times and fluxes for 500 million individual CCD images to the astrometric and photometric processing chains. The software also carries out a successful and detailed daily monitoring of Gaia health.

Acta Astronautica
Volume 595
novembro 2016

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Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

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