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Centro de Astrofísica da Universidade do Porto

Photodynamical mass determination of the multiplanetary system K2-19

S. C. C. Barros, J.-M. Almenara, O. Demangeon, M. Tsantaki, A. Santerne, D. J. Armstrong, D. Barrado-Navascues, D. J. A. Brown, M. Deleuil, J. Lillo Box, H. P. Osborn, D. Pollacco, L. Abe, Ph. André, P. Bendjoya, I. Boisse, A. S. Bonomo, F. Bouchy, G. Bruno, J. Rey Cerda, B. Courcol, R. F. Díaz, G. Hébrard, J. Kirk, J. C. Lachurié, K. W. F. Lam, P. Martinez, J. McCormac, C. Moutou, A. S. Rajpurohit, J.-P. Rivet, J. Spake, O. Suarez, D. Toublanc, S. R. Walker

Resumo
K2-19 is the second multiplanetary system discovered with K2 observations. The system is composed of two Neptune size planets close to the 3:2 mean-motion resonance. To better characterize the system we obtained two additional transit observations of K2-19b and five additional radial velocity observations. These were combined with K2 data and fitted simultaneously with the system dynamics (photodynamical model) which increases the precision of the transit time measurements. The higher transit time precision allows us to detect the chopping signal of the dynamic interaction of the planets that in turn permits to uniquely characterize the system. Although the reflex motion of the star was not detected, dynamic modelling of the system allowed us to derive planetary masses of Mb = 44 ± 12  M and Mc = 15.9 ± 7.0  M for the inner and the outer planets, respectively, leading to densities close to Uranus. We also show that our method allows the derivation of mass ratios using only the 80 d of observations during the first campaign of K2.

Palavras chave
techniques: photometric - techniques: radial velocities - time - planets and satellites: detection - planets and satellites: dynamical evolution and stability - planets and satellites: individual: EPIC201505350, K2-19

Monthly Notices of the Royal Astronomical Society
Volume 454, Página 4267
dezembro 2015

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Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

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