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Centro de Astrofísica da Universidade do Porto

Transit shapes and self-organizing maps as a tool for ranking planetary candidates: application to Kepler and K2

D. J. Armstrong, D. Pollacco, A. Santerne

Resumo
A crucial step in planet hunting surveys is to select the best candidates for follow up observations, given limited telescope resources. This is often performed by human `eyeballing', a time consuming and statistically awkward process. Here we present a new, fast machine learning technique to separate true planet signals from astrophysical false positives. We use Self Organising Maps (SOMs) to study the transit shapes of emph{Kepler} and emph{K2} known and candidate planets. We find that SOMs are capable of distinguishing known planets from known false positives with a success rate of 87.0\%, using the transit shape alone. Furthermore, they do not require any candidates to be dispositioned prior to use, meaning that they can be used early in a mission's lifetime. A method for classifying candidates using a SOM is developed, and applied to previously unclassified members of the emph{Kepler} KOI list as well as candidates from the emph{K2} mission. The method is extremely fast, taking minutes to run the entire KOI list on a typical laptop. We make exttt{Python} code for performing classifications publicly available, using either new SOMs or those created in this work. The SOM technique represents a novel method for ranking planetary candidate lists, and can be used both alone or as part of a larger autovetting code.

Monthly Notices of the Royal Astronomical Society
Volume 465, Página 2634
novembro 2016

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Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

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