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Centro de Astrofísica da Universidade do Porto

The Gaia-ESO Survey: pre-main-sequence stars in the young open cluster NGC 3293

A. J. Delgado, J. Sampedro, E. J. Alfaro, M. T. Costado, J. L. Yun, A. Frasca, A. C. Lanzafame, J. E. Drew, J. Eislöffel, R. Blomme, T. Morel, A. Lobel, T. Semaan, S. Randich, R. D. Jeffries, G. Micela, A. Vallenari, V. M. Kalari, G. Gilmore, E. Flaccomio, G. Carraro, C. Lardo, L. Monaco, L. Prisinzano, S. G. Sousa, L. Morbidelli, J. Lewis, S. Koposov, A. Hourihane, C. Worley, A. Casey, E. Franciosini, G. G. Sacco, L. Magrini

Resumo
The young open cluster NGC3293 is included in the observing program of the Gaia-ESO survey (GES). The radial velocity values provided have been used to assign cluster membership probabilities by means of a single-variable parametric analysis. These membership probabilities are compared to the results of the photometric membership assignment of NGC3293, based on UBVRI photometry. The agreement of the photometric and kinematic member samples amounts to 65 per cent, and could increase to 70 per cent as suggested by the analysis of the differences between both samples. A number of photometric PMS candidate members of spectral type F are found, which are confirmed by the results from VPHAS photometry and SED fitting for the stars in common with VPHAS and GES data sets. Excesses at mid- and near-infrared wavelengths, and signs of Hα emission, are investigated for them. Marginal presence of Hα emission or infilling is detected for the candidate members. Several of them exhibit moderate signs of U excess and weak excesses at mid-IR wavelengths. We suggest that these features originate from accretion discs in their last stages of evolution.

Palavras chave
stars: pre-main-sequence, open clusters and associations: general, open clusters and associations: individual: NGC 3293

Monthly Notices of the Royal Astronomical Society
Volume 460, Página 3305
maio 2016

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Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

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