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Cosmological and astrophysical constraints on tachyon dark energy models

C. J. A. P. Martins, F. Moucherek

Resumo

Rolling tachyon field models are among the candidates suggested as explanations for the recent acceleration of the Universe. In these models the field is expected to interact with gauge fields and lead to variations of the fine-structure constant α. Here we take advantage of recent observational progress and use a combination of background cosmological observations of Type Ia supernovas and astrophysical and local measurements of α to improve constraints on this class of models. We show that the constraints on α imply that the field dynamics must be extremely slow, leading to a constraint of the present-day dark energy equation of state (1+w0)<2.4×10−7 at the 99.7% confidence level. Therefore current and forthcoming standard background cosmology observational probes can't distinguish this class of models from a cosmological constant, while detections of α variations could possibly do so since they would have a characteristic redshift dependence.

Physical Review D
Volume 93
junho 2016

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Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

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