Mapa do Site
Contactos
Siga-nos no Facebook Siga-nos no Twitter Canal YouTube
Centro de Astrofísica da Universidade do Porto

Unveiling hidden structures in the Coma cluster.

A. Biviano, F. Durret, D. Gerbal, O. Le Fèvre, C. Lobo, A. Mazure, E. Slezak

Resumo
We have assembled a large data-set of 613 galaxy redshifts in the Coma cluster, the largest presently available for a cluster of galaxies. We have defined a sample of cluster members complete to b26.5=20.0, using a membership criterion based on the galaxy velocity, when available, or on the galaxy magnitude and colour, otherwise. Such a data set allows us to define nearly complete samples within a region of 1h-1Mpc radius, with a sufficient number of galaxies per sample to make statistical analyses possible. Using this sample and the ROSAT PSPC X-ray image of the cluster, we have re-analyzed the structure and kinematics of Coma, by applying the wavelet and adaptive kernel techniques. A striking coincidence of features is found in the distributions of galaxies and hot intracluster gas. The two central dominant galaxies, NGC 4874 and NGC 4889, are surrounded by two galaxy groups, mostly populated with galaxies brighter than b26.5=17 and well separated in velocity space. On the contrary, the fainter galaxies tend to form a single smooth structure with a central peak coinciding in position with a secondary peak detected in X-rays, and located between the two dominant galaxies; we suggest to identify this structure with the main body of the Coma cluster. A continuous velocity gradient is found in the central distribution of these faint galaxies, a probable signature of tidal interactions rather than rotation. There is evidence for a bound population of bright galaxies around other brightest cluster members. Altogether, the Coma cluster structure seems to be better traced by the faint galaxy population, the bright galaxies being located in subclusters. We discuss this evidence in terms of an ongoing accretion of groups onto the cluster.

Astronomy and Astrophysics
Volume 311, Página 95
julho 1996

>> PDF>> ADS

Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

Continuar no sítio do CAUP|Seguir para o sítio do IA