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Centro de Astrofísica da Universidade do Porto

The Representative XMM-Newton Cluster Structure Survey (REXCESS) of an X-ray Luminosity Selected Galaxy Cluster Sample

H. Böhringer, P. Schuecker, G. W. Pratt, M. Arnaud, T. J. Ponman, J. H. Croston, S. Borgani, R. G. Bower, U. G. Briel, C. A. Collins, M. Donahue, W. R. Forman, A. Finoguenov, M. J. Geller, L. Guzzo, J. P. Henry, R. Kneissl, J. J. Mohr, K. Matsushita, C. R. Mullis, T. Ohashi, K. Pedersen, D. Pierini, H. Quintana, S. Raychaudhury, T. H. Reiprich, A. K. Romer, P. Rosati, K. Sabirli, R. F. Temple, P. T. P. Viana, A. Vikhlinin, G. M. Voit, Y.-Y. Zhang

Resumo
Context. The largest uncertainty for cosmological studies using clusters of galaxies is introduced by our limited knowledge of the statistics of galaxy cluster structure, and of the scaling relations between observables and cluster mass.
Aims. To improve on this situation we have started an XMM-Newton Large Programme for the in-depth study of a representative sample of 33 galaxy clusters, selected in the redshift range z = 0.055 to 0.183 from the REFLEX Cluster Survey, having X-ray
luminosities above 0.4 × 1044h−2 70 erg s−1 in the 0.1 - 2.4 keV band. This paper introduces the sample, compiles properties of the clusters, and provides detailed information on the sample selection function.
Methods. We describe the selection of a nearby galaxy cluster sample that makes optimal use of the XMM-Newton field-of-view,and provides nearly homogeneous X-ray luminosity coverage for the full range from poor clusters to the most massive objects in the Universe.
Results. For the clusters in the sample, X-ray fluxes are derived and compared to the previously obtained fluxes from the ROSAT All-Sky Survey. We find that the fluxes and the flux errors have been reliably determined in the ROSAT All-Sky Survey analysis used for the REFLEX Survey. We use the sample selection function documented in detail in this paper to determine the X-ray luminosity function, and compare it with the luminosity function of the entire REFLEX sample. We also discuss morphological peculiarities of some of the sample members.
Conclusions. The sample and some of the background data given in this introductory paper will be important for the application of these data in the detailed studies of cluster structure, to appear in forthcoming publications.

Palavras chave
X-rays: galaxies: clusters -- galaxies: clusters: general -- cosmology: observations

Astronomy and Astrophysics
Volume 469, Página 363
julho 2007

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Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

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