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Centro de Astrofísica da Universidade do Porto

Asteroseismology and interferometry

M. S. Cunha, C. Aerts, J. Christensen-Dalsgaard, A. Baglin, L. Bigot, T. M. Brown, C. Catala, O. L. Creevey, A. Domiciano de Sousa Jr., P. Eggenberger, P. J. V. Garcia, F. Grundahl, P. Kervella, D. W. Kurtz, P. Mathias, A. Miglio, M. J. P. F. G. Monteiro, G. Perrin, F. P. Pijpers, D. Pourbaix, A. Quirrenbach, K. Rousselet-Perraut, T. C. Teixeira, F. Thévenin, M. J. Thompson

Resumo
Asteroseismology provides us with a unique opportunity to improve our understanding of stellar structure and evolution. Recent developments, including the first systematic studies of solar-like pulsators, have boosted the impact of this field of research withi Astrophysics and have led to a significant increase in the size of the research community. In the present paper we start by reviewing the basic observational and theoretical properties of classical and solar-like pulsators and present results from some of the most recent and outstanding studies of these stars. We centre our review on those classes of pulsators for which interferometric studies are expected to provide a significant input. We discuss current limitations to asteroseismic studies, including difficulties in mode identification and in the accurate determination of global parameters of pulsating stars, and, after a brief review of those aspects of interferometry that are most relevant in this context, anticipate how interferometric observations may contribute to overcome these limitations. Moreover, we present results of recent pilot studies of pulsating stars involving both asteroseismic and interferometric constraints and look into the future, summarizing ongoing efforts concerning the development of future instruments and satellite missions which are expected to have an impact in this field of research.

The Astronomy and Astrophysics Review
Volume 14, Página 217
novembro 2007

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Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

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