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Centro de Astrofísica da Universidade do Porto

The Current Status of Asteroseismology

C. Aerts, J. Christensen-Dalsgaard, M. S. Cunha, D. W. Kurtz

Resumo
Stellar evolution, a fundamental bedrock of modern astrophysics, is driven by the physical processes in stellar interiors. While we understand these processes in general terms, we lack some important ingredients. Seemingly small uncertainties in the input physics of the models, e.g., the opacities or the amount of mixing and of interior rotation, have large consequences for the evolution of stars. The goal of asteroseismology is to improve the description of the interior physics of stars by means of their oscillations, just as global helioseismology led to a huge step forward in our knowledge about the internal structure of the Sun. In this paper we present the current status of asteroseismology by considering case studies of stars with a variety of masses and evolutionary stages. In particular, we outline how the confrontation between the observed oscillation frequencies and those predicted by the models allows us to pinpoint limitations of the input physics of current models and improve them to a level that cannot be reached with any other current method.

Solar Physics
Volume 251, Página 3
abril 2008

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Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

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