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Centro de Astrofísica da Universidade do Porto

The HARPS search for southern extrasolar planets
XXV. Results from the metal-poor sample

N. C. Santos, M. Mayor, X. Bonfils, X. Dumusque, F. Bouchy, P. Figueira, C. Lovis, C. Melo, F. Pepe, D. Queloz, D. Ségransan, S. G. Sousa, S. Udry

Resumo
Searching for extrasolar planets around stars of different metallicity may provide strong constraints to the models of planet formation and evolution. In this paper we present the overall results of a HARPS (a high-precision spectrograph mostly dedicated to deriving precise radial velocities) program to search for planets orbiting a sample of 104 metal-poor stars (selected [Fe/H] below -0.5). Radial velocity time series of each star are presented and searched for signals using several statistical diagnostics. Stars with detected signals are presented, including 3 attributed to the presence of previously announced giant planets orbiting the stars HD171028, HD181720, and HD190984. Several binary stars and at least one case of a coherent signal caused by activityrelated phenomena are presented. One very promising new, possible giant planet orbiting the star HD107094 is discussed, and the results are analyzed in light of the metallicity-giant planet correlation. We conclude that the frequency of giant planets orbiting metal-poor stars may be higher than previously thought, probably reflecting the higher precision of the HARPS survey. In the metallicity domain of our sample, we also find evidence that the frequency of planets is a steeply rising function of the stellar metal content, as found for higher metallicity stars.

Palavras chave
techniques: radial velocities – techniques: spectroscopic – planets and satellites: formation – planetary systems – stars: abundances

Notas
Based on observations collected at the La Silla Parana Observatory, ESO (Chile) with the HARPS spectrograph at the 3.6-m telescope (ESO runs ID 72.C-0488, 082.C-0212, and 085.C-0063).
See updated table at http://www.exoplanet.eu

Astronomy and Astrophysics
Volume 526, Página A112_1
fevereiro 2011

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Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

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