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Centro de Astrofísica da Universidade do Porto

Finding proto-spectroscopic binaries
Precise multi-epoch radial velocities of 7 protostars in ρ Ophiuchus

P. Viana Almeida, C. Melo, N. C. Santos, P. Figueira, M. Sterzik, J. F. Gameiro

Resumo
The formation of spectroscopic binaries (SB) may be a natural byproduct of star formation. The early dynamical evolution of multiple stellar systems after the initial fragmentation of molecular clouds leaves characteristic imprints on the properties of young, multiple stars. The discovery and the characterization of the youngest SB will allow us to infer the mechanisms and timescales involved in their formation. Our work aims to find spectroscopic companions around young stellar objects (YSO). We present a near-IR high-resolution (R ~ 60000) multi-epoch radial velocity survey of 7 YSO in the star forming region (SFR) ρ Ophiuchus. The radial velocities of each source were derived using a two-dimensional cross-correlation function, using the zero-point established by the Earth’s atmosphere as reference. More than 14 spectral lines in the CO Δν = (0-2) bandhead window were used in the cross-correlation against LTE atmospheric models to compute the final results. We found that the spectra of the protostars in our sample agree well with the predicted stellar photospheric profiles, indicating that the radial velocities derived are indeed of stellar nature. Three of the targets analyzed exhibit large radial velocity variations during the three observation epochs. These objects - pending further confirmation and orbital characteristics - may become the first evidence for proto-spectroscopic binaries, and will provide important constraints on their formation. Our preliminary binary fraction (BF) of ~71% (when merging our results with those of previous studies) is in line with the notion that multiplicity is very high at young ages and therefore a byproduct of star formation.

Palavras chave
binaries: close – stars: formation – stars: pre-main sequence – binaries: spectroscopic – stars: protostars

Notas
Based on observations collected with the CRIRES spectrograph at the VLT/UT1 8.2-m Antu Telescope (ESO run ID. 081.C-0395(A)) at the Paranal Observatory, Chile.
Table 1 is available in electronic form at http://www.aanda.org

Astronomy and Astrophysics
Volume 539, Página A62_1
março 2012

>> ADS>> DOI

Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

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