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Centro de Astrofísica da Universidade do Porto

Chromospheric activity as age indicator
An L-shaped chromospheric-activity versus age diagram

G. Pace

Resumo
Context. Chromospheric activity has been calibrated and widely used as an age indicator. However, it has been suggested that the viability of this age indicator is, in the best case, limited to stars younger than about 1.5 Gyr.
Aims. I aim to define the age range for which chromospheric activity is a robust astrophysical clock.
Methods. I collected literature measurements of the S-index in field stars, which is a measure of the strength of the H and K lines of the Ca II and a proxy for chromospheric activity, and exploited the homogeneous database of temperature and age determinations for field stars provided by the Geneva-Copenhagen survey of the solar neighbourhood.
Results. Field data, inclusive data previously used to calibrate chromospheric ages, confirm the result found using open cluster data, i.e. there is no decay of chromospheric activity after about 2 Gyr.
Conclusions. The only existing indication supporting the viability of chromospheric ages older than 2 Gyr is the similarity of chromospheric activity levels in the components of 35 dwarf binaries. However, even in the most optimistic scenario, uncertainty in age determination for field stars and lack of sufficient data in open clusters make any attempt of calibrating an age activity relationship for old stars premature. The hypothesis that chromospheric activity follows the Skumanich law, i.e. that it is proportional to t-1/2, should be relaxed.

Palavras chave
stars: activity

Notas
The data are only available at the CDS via anonymous ftp to cdsarc.u-strasbg.fr (130.79.128.5) or via http://cdsarc.u-strasbg.fr/viz-bin/qcat?J/A+A/551/L8

Astronomy and Astrophysics
Volume 551, Página L8_1
março 2013

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O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

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