Mapa do Site
Contactos
Siga-nos no Facebook Siga-nos no Twitter Canal YouTube
Centro de Astrofísica da Universidade do Porto

Spectroscopy of 7 radio-loud QSOs at 2 < z < 6: giant Lyman alpha emission nebulae accreting on to host galaxies

N. Roche, A. Humphrey, L. Binette

Resumo
We performed long-slit optical spectroscopy (Gran Telescopio Canarias-Optical System for Imaging and low Resolution Integrated Spectroscopy) of 6 radio-loud quasi-stellar objects (QSOs) at redshifts 2 < z < 3, known to have giant (∼50–100 kpc) Lyman α emitting nebulae, and detect extended Lyman α emission for 4, with surface brightness ∼10−16 erg cm−2 s−1 arcsec−2 and line full width at half-maximum 400–1100 (mean 863) km s− 1. We also observed the z ≃ 5.9 radio-loud QSO, SDSS J2228+0110, and found evidence of a ≥10 kpc extended Lyman α emission nebula, a new discovery for this high-redshift object. Spatially resolved kinematics of the 5 nebulae are examined by fitting the Lyman α wavelength at a series of positions along the slit. We found the line-of-sight velocity Δ(v) profiles to be relatively flat. However, 3 of the nebulae appear systematically redshifted by 250–460 km s− 1 relative to the Lyman α line of the QSO (with no offset for the other two), which we argue is evidence for infall. One of these (Q0805+046) had a small (∼100 km s− 1) velocity shift across its diameter and a steep gradient at the centre. Differences in line-of-sight kinematics between these 5 giant nebulae and similar nebulae associated with high-redshift radio galaxies (which can show steep velocity gradients) may be due to an orientation effect, which brings infall/outflow rather than rotation into greater prominence for the sources observed ‘on-axis’ as QSOs.

Palavras chave
ISM: kinematics and dynamics, galaxies: active, galaxies: high-redshift, quasars: absorption lines, quasars: emission lines

Monthly Notices of the Royal Astronomical Society
Volume 443, Página 3795
outubro 2014

>> PDF>> ADS>> DOI

Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

Continuar no sítio do CAUP|Seguir para o sítio do IA