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Centro de Astrofísica da Universidade do Porto

The Gaia-ESO Survey: Metallicity of the Chamaeleon I star-forming region

L. Spina, S. Randich, F. Palla, K. Biazzo, G. G. Sacco, E. J. Alfaro, E. Franciosini, L. Magrini, L. Morbidelli, A. Frasca, V. Zh. Adibekyan, E. Delgado Mena, S. G. Sousa, J. I. González Hernández, D. Montes, H. M. Tabernero, G. Tautvai¨ienė, R. Bonito, A. C. Lanzafame, G. Gilmore, R. D. Jeffries, A. Vallenari, T. Bensby, A. Bragaglia, E. Flaccomio, A. J. Korn, E. Pancino, A. Recio-Blanco, R. Smiljanic, M. Bergemann, M. T. Costado, C. Damiani, V. Hill, A. Hourihane, P. Jofré, P. de Laverny, C. Lardo, T. Masseron, L. Prisinzano, C. Worley

Resumo

Context. Recent metallicity determinations in young open clusters and star-forming regions suggest that the latter may be characterized by a slightly lower metallicity than the Sun and older clusters in the solar vicinity. However, these results are based on small statistics and inhomogeneous analyses. The Gaia-ESO Survey is observing and homogeneously analyzing large samples of stars in several young clusters and star-forming regions, hence allowing us to further investigate this issue.
Aims. We present a new metallicity determination of the Chamaeleon I star-forming region, based on the products distributed in the first internal release of the Gaia-ESO Survey.
Methods. The 48 candidate members of Chamaeleon I have been observed with the high-resolution, spectrograph UVES. We use the surface gravity, lithium line equivalent width, and position in the Hertzsprung-Russell diagram to confirm the cluster members, and we use the iron abundance to derive the mean metallicity of the region.
Results. Out of the 48 targets, we confirm 15 high probability members. Considering the metallicity measurements for nine of them, we find that the iron abundance of Chamaeleon I is slightly subsolar with a mean value [Fe/H] = −0.08 ± 0.04 dex. This result agrees with the metallicity determination of other nearby star-forming regions and suggests that the chemical pattern of the youngest stars in the solar neighborhood is indeed more metal-poor than the Sun. We argue that this evidence may be related to the chemical distribution of the Gould Belt that contains most of the nearby star-forming regions and young clusters.

Palavras chave
open clusters and associations: individual: Chamaeleon I, stars: pre-main sequence, stars: abundances, techniques: spectroscopic

Astronomy and Astrophysics
Volume 568, Página A2_1
agosto 2014

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Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

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