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Centro de Astrofísica da Universidade do Porto

Further consistency tests of the stability of fundamental couplings

M. C. Ferreira, C. J. A. P. Martins

Resumo
In a recent publication [Ferreira et al., Phys. Rev. D 89, 083011 (2014)] we tested the consistency of current astrophysical tests of the stability of the fine-structure constant α and the proton-to-electron mass ratio μ=mp/me (mostly obtained in the optical/ultraviolet range) with combined measurements of α , μ and the proton gyromagnetic ratio gp (mostly in the radio band). Given the significant observational progress made in the past year, we now revisit and update this analysis. We find that apparent inconsistencies, at about the two-sigma level, persist and are in some cases enhanced, especially for matter era measurements (corresponding to redshifts z>1 ). Although hidden systematics may be the more plausible explanation, we briefly highlight the importance of clarifying this issue, which is within the reach of state-of-the-art observational facilities such as ALMA and ESPRESSO.

Physical Review D
Volume 91, Página 124032_1
junho 2015

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Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

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