Mapa do Site
Contactos
Siga-nos no Facebook Siga-nos no Twitter Canal YouTube
Centro de Astrofísica da Universidade do Porto

Beryllium abundances in stars with planets:
Extending the sample

M. C. Gálvez-Ortiz, E. Delgado Mena, J. I. González Hernández, G. Israelian, N. C. Santos, R. Rebolo López, A. Ecuvillon

Resumo
Context. Chemical abundances of light elements as beryllium in planet-host stars allow us to study the planet formation scenarios and/or investigate possible surface pollution processes.
Aims. We present here an extension of previous beryllium abundance studies. The complete sample consists of 70 stars hosting planets and 30 stars without known planetary companions. The aim of this paper is to further assess the trends found in previous studies with less number of objects. This will provide more information on the processes of depletion and mixing of light elements in the interior of late type stars, and will provide possible explanations for the abundance differences between stars that host planets and “single” stars.
Methods. Using high resolution UVES spectra, we measure beryllium abundances of 26 stars that host planets and 1 “single” star mainly using the λ 3131.065 Å Be II line, by fitting synthetic spectra to the observational data. We also compile beryllium abundance measurements of 44 stars hosting planets and 29 “single” stars from the literature, resulting in a final sample of 100 objects.
Results. We confirm that the beryllium content is roughly the same in stars hosting planets and in “single” stars at temperatures Teff ≳ 5700 K. The sample is still small for Teff ≲ 5500 K, but it seems that the scatter in Be abundances of dwarf stars is slightly higher at these cooler temperatures.
Conclusions. We search for distinctive characteristics of planet hosts through correlations of Be abundance versus Li abundance, age, metallicity and oxygen abundance. These could provide some insight in the formation and evolution of planetary systems, but we did not find any clear correlation.

Palavras chave
stars: abundances - stars: fundamental parameters - planetary systems - planetary systems: formation - stars: atmospheres

Notas
Based on observations obtained with UVES at VLT Kueyen 8.2 m telescope in programme 074.C-0134(A)

Astronomy and Astrophysics
Volume 530, Página A66_1
junho 2011

>> PDF>> ADS>> DOI

Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

Continuar no sítio do CAUP|Seguir para o sítio do IA